Adeus ao poeta da natureza

Adeus ao poeta da natureza

nov 13

Seus textos foram comparados por Guimarães Rosa, a um “doce de coco”. Millôr Fernandes afirmou que a obra do poeta é “‘única, inaugural, apogeu do chão.” Não faltam adjetivos para Manoel de Barros, um dos mais originais do século e mais importantes do Brasil, que faleceu hoje, dia 13, aos 97 anos.

Sua graça rural ao expressar o quanto somos pequenos diante dessa imensidão que chamamos de Terra certamente fará falta ao nosso meio literário. Mas, temos a certeza de que, assim como a natureza faz, ele nos deixou vários frutos que alimentarão a alma de muitas gerações.

“…que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças nem barômetros etc.

Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo encantamento que a coisa produza em nós.”  Manoel de Barros

Ele conseguiu gerar encantamento em cada um de seus leitores, que viajaram através de suas linhas escritas e sua linha de pensamento.

Manoel de Barros você fará falta, mas seu legado é eterno!

 

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